Bonitinha do Poeta


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18/07/2008 12:03

Mais sobre Hélio Ribeiro

Este texto foi retirado do site da Rádio Metodista on line:
"Hélio Ribeiro começou em 1964 na Rádio Tupi de São Paulo - 1040 Khz como diretor artístico e com o programa “Correspondente Musical”.

Em 1972, o comunicador foi para a Rádio Bandeirantes onde criou “O Poder da Mensagem” que alcançou a liderança em audiência durante os 10 anos em que permaneceu na emissora.

Passou pelas rádios: Tupi, Difusora, Piratininga, Jovem Pan, Bandeirantes, Gazeta, Globo e Rede Capital onde criou a programação inicial da emissora. Foi funcionário da Voz da América em Washington e correspondente nos EUA do Sistema Globo de Rádio e da Rede Bandeirantes de Rádio.

Nos Estados Unidos foi também narrador da Paramount, Metro Goldwyn Mayer, Twentieth Century Fox, Columbia Pictures e Universal Internacional.

Agora, a Rádio Metodista em parceria com o Memorial do Hélio Ribeiro, resgata este material e reexibe o programa para seus ouvintes todos os dias às 12h, com reprise às 20h."



enviada por Rudnei Vieira



18/07/2008 12:00

HÉLIO RIBEIRO

Hélio Ribeiro, foi um ícone no rádio nos anos 70. 'O Poder da Mensagem' era o programa que eu ouvia na infância, aos meio dia pela Rádio Bandeirantes. Hoje, há uma compilação dos programas pela rádio Metodista on line ( www.metodista on line/ radio

enviada por Rudnei Vieira



10/05/2008 15:01



Fazia tempo que eu não fazia um desenho do qual eu gostasse!
este ficou bom!!
enviada por Rudnei Vieira



31/03/2008 18:29
teste

enviada por Rudnei Vieira



23/01/2008 17:10
Anos 70 e 80
Minha geração cresceu vendo pela TV Cultura os primeiros vídeo-clips nos anos 70, era o SOM POP.
Hoje me lembrei de um grupo dessa época: o Fletwood Mac. Formado em 1967 em Londres com os seguintes membros.

Lindsey Buckingham - guitarra, vocal

Stevie Nicks - vocal

Christine McVie - vocal, teclados

John McVie - baixo

Mick Fleetwood - bateria

Peter Green - vocal, guitarra

Jeremy Spencer - vocal, guitarra
Hoje com o YOUTUBE é tão simples ver os clips antigos e as apresentações recentes do grupo.
enviada por Rudnei Vieira



10/10/2007 12:23

enviada por Rudnei Vieira



26/09/2007 22:19
NÃO DÁ TEMPO!!!!!!
Olha, não dá tempo mesmo de escrever no blog!
Outro dia estava conversando com um amigo e falávamos sobre a 'correria' do dia a dia, do tempo que passa rápido. O tempo não passa rápido, ele continua do mesmo jeito, o minuto continua sendo o minuto, a hora continua em seu tempo correta, então, o que faz pensarmos diferente? Talvez, as coisas que fazemos, nosso dia a dia, ou as coisas que não conseguimos fazer durante o dia, coisas propostas de manhã, a organização temporal. Queremos fazer muitas coisas e não conseguimos. Temos que priorizar os afazeres!



enviada por Rudnei Vieira



09/05/2007 22:50
Esta notícia saiu no site TERRA
"

Maria Clara Cabral
Direto de Brasília

Depois de meses de discussão, a Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira o reajuste de parlamentares de R$ 12,8 mil para R$ 16,5 mil. O Projeto de Decreto Legislativo 35/07, que ainda precisa passar pelo Senado, teve votação simbólica. Os deputados aprovaram também o aumento dos vencimentos do presidente da República, do vice e de ministros.

» Chinaglia e Gabeira discutem em votação
» Opine sobre o aumento

O Projeto de Decreto Legislativo nº 36/07 aumenta o vencimento do presidente Lula de R$ 8.885,45 para 11.420,21 e os salários do vice-presidente e dos ministros sobem de R$ 8.362,00 para R$ 10.748,43. Para ser confirmado, o projeto ainda precisa passar pela aprovação do Plenário do Senado.

O reajuste, que é retroativo a abril, é equivalente à inflação dos últimos quatro anos, ou seja, a 28,5%. O presidente da Casa, Arlindo Chinaglia (PT-SP), foi a São Paulo para receber o papa Bento XVI e voltou apenas para presidir a sessão.

A decisão de aumentar os prórpios salários sofreu críticas, principalmente com a argumentação de que o salário dos trabalhadores "comuns" não estava sendo reajustado.

"O salário dos trabalhadores terceirizados, aqueles que limpam os nossos gabintes, estão sem ser reajustados. Nem mesmo o ticket alimentação, que mantém a sobrevivência deles, foi reajustado. A mesma casa que aumenta os sues próprios salários, não tem a sensibilidade de reajustar o salários dos trabalhadores. Portanto somos contra o reajuste", disse Luiza Erundina (PSB-SP).

Já os favoráveis argumentaram que era preciso parar com "falsas demagogias" e que o rejuste nada mais era do que "justo" devido o ínidice de inflação. "Vou me referir aos demagogos de plantão. Muitos fazem aqui uma demagogia, mas não abrem mão de seus vencimentos, por que isso?", questionou o deputados Carlos Willian (PTC-MG).

O reajuste de acordo com a inflação acaba com a polêmica que teve início com a tentativa de parlamentares, no fim do ano passado, de aumentar os próprios salários em 91%. Pressionados pela opinião pública, os deputados recuaram.

Redação Terra"
enviada por Rudnei Vieira



19/03/2007 21:17
AS PRIMEIRAS LEMBRANÇAS...
As primeiras lembranças que tenho da Vila Fiore datam de 1970, eu com seis anos de idade e a lembrança mais viva era da COPA DO MUNDO, não dos jogos em si, mas do movimento de amigos de meu pai que vinham assistir aos jogos em minha casa, uma das poucas casas com TV, lembro-me da marca da TV: INELKA, era em preto e branco, tenho claro na memória os dias frios dos jogos, o barulho dos rojões, os balões cruzando os céus e aqueles homens assistindo aos jogos e um dos narradores: José Geraldo de Almeida, no Pool de emissoras. Mas também lembro-me de meu pai sentado na sala de casa ovindo Fiore Gigliote pela Rádio Bandeirantes. Isso tenho vivo na memória. Não me recordo do movimento de pessoas após os jogos, talvez pelo fato de meu pai não deixar-me sair na rua após os jogos, além de que acho que a noite chegava rápido no inverno, mas não sabia. Só si que 'não se faz mais frio com naquele tempo', coisas de AQUECIMENTO GLOBAL.
Já em 1971, claras lembranças, ano em que entrei na escola, no GRUPO ESCOLAR JOÃO CLÍMACO DE CAMARGO PIRES, escola que fica na entrada da Vila Fiore. E por falar em entrada, meu pai me dizia que ônibus urbano não entrava no bairro, devido às ruas serem de terra e pior ainda, quando chovia, 'um barro só'. Os ônibus íam até o final da rua Hermelino Matarazzo, rua esta que era de paralelepípedo.
No primeiro dia que fui à escola, foi engraçado, todo material comprado e até um compasso eu tinha, logo no primeiro na escola, cadernos, lápis, estojo (de madeira), lápis de cor - nossa! que saudade. Meu pai me levou, ele tão alto e eu pequenino. Fui só no primeiro dia com ele, a partir do segundo, sózinho. Mas na sala de aula estava eu de bermuda e camisa azuis, e um garoto me disse: " Quem vem de azul para a escola o diretor coloca pendurado no ventilador". Que medo. Era uma classe de alunos iniciantes e alguns 'repetentes'. É, naquele tempo a escola reprovava os alunos. Voltei a esta escola anos depois, já como PROFESSOR...
enviada por Rudnei Vieira



14/03/2007 22:06
VILA FIORE - Sorocaba
Nascido e criado no bairro Vila Fiore. Zona norte de Sorocaba. Um bairro próximo ao centro da cidade.
Lembranças boas, gostosas, tristes, amargas, saudosas!
Meu pai veio primeiro, lá em idos dos anos 40.
Eles moravam no centro da cidade, no antigo Jardim dos Bichos. Meu avô casou-se quatro vezes. Com a segunda esposa (minha avó - Floripes da Silva Oliveira) tiveram nove filhos: meu pai (Rubens), Tereza, Benedita, Ana e Maria (as gêmeas), Eustáchio, Isabel, Luíza e Domitila. Todos com o sobrenome VIEIRA. E assim, a família Vieira, com o patriarca Egídio Constância Vieira saíram do centro da cidade, saíram do aluguel e vieram para a casa própria. Foram uma das primeiras famílias da Vila Fiore. Meu pai já trabalhava na Sorocabana, já era ferroviário. Contava ele que o bairro era de poucas casas - algumas ainda resistem no tempo, alguns dos primeiros moradores ainda vivem, estão passando pela casa dos 80 anos de idade. Meu pai se vivo estivesse faria 78 anos. MAs ainda temos as presenças de Dona Tica ( Encarnacion), Dona Ondina ( a parteira), tio Eustáchio, entre outros...
enviada por Rudnei Vieira



08/02/2007 22:18
SINFONIA PAULISTANA
Passeando pela net e pelos sites de rádio e nas pesquisas do orkut, deparei-me com uma comunidade sobre rádio-jornalismo.
Você já ouviu a Sinfonia Paulistana? Conhece? Nunca ouviu falar?
Mas já ouviu uma música que fala assim: "Vão bora, vão bora, olha a hora
Vão bora, vão bora, vão bora, vão bora
Olha a hora, vão bora, vão bora, vão bora", e logo depois o locutor diz: " Esta é parte da letra da música tema do JORNAL DA MNHÃ DA RÁDIO JOVEM PAN AM. Esta música foi feita por Billy Blanco, um compositor que enalteceu a cidade de São Paulo nesta sinfonia. Em 1991, quando eu trabalhava numa rádio aqui em Sorocaba, pude ver o disco (LP), gravei e acabei perdendo a fita, que pena, pois é uma raridade.
Agora a letra inteira da Sinfonia Paulistana. Deve ser cerca de onze músicas, se alguém tiver entre em contato comigo pelo post. Abraços!!!!
"Sinfonia Paulistana
Billy Blanco

Composição: Billy Blanco

Fazendo som com as estrelas, ligado no sideral
Por Maria, fez poemas, nas praias do litoral
As ondas contaram ao mar, por isso é que os oceanos
No mundo inteiro cantados, cantarão mais cem mil anos
E o homem entre mar e céu, tem canções por todo lado
Louvado seja Anchieta, pra sempre seja louvado
Navegante tem cantiga, que aprendeu no mar um dia
Qualquer rota que ele siga, se não canta, ele assobia
Cabelos cor da noite, pele de alvorada
Cacique entregou ao branco, a filha amada
Raízes de Brasil, chegaram até aqui
Abençoado o colo dessa mãe antiga
Por 400 anos feitos de cantiga, naquele doce embalo
Da canção Tupi
Na tez de uma paulista em cheiro de floresta
A cor de jambo é a índia, que ninguém contesta
De uma altivez que o Império nunca vira
É a tradição, é a raça, é a nossa origem
As coisas da história de São Paulo exigem
A honra que se faça ao nome de Bartira, Bartira
Era tudo, era o nada rio acima
Que o paulista no peito ia vencer
Pra fazer mais Brasil do que existia
Já um tempo era pouco pra perder
Reunindo oração e despedida na partida da horda triunfal
Caçador da esmeralda perseguida
Foi fazendo a unidade nacional
Bandeiras, monções
Já se dava por glória ao que se ia
Porque mal se sabia se voltava
E a benção levada já servia
De unção para quem por lá ficava
Nas monções quem seguia, na verdade
Já partia cheirando à santidade
Quem não via esmeralda ou não morria
Povoava cidade mais cidade
Bandeiras, monções, São Paulo
Que amanheceu trabalhando
São Paulo, que não sabe adormecer
Porque durante a noite, paulista vai pensando
Nas coisas que de dia vai fazer
São Paulo, todo frio quando amanhece
Correndo no seu tanto o que fazer
Na reza do paulista, trabalho é Padre-Nosso
É a prece de quem luta e quer vencer
Bastante italiano, sírio e japonês
Além do africano, índio e português
Tudo isso ao alho e óleo, temperando a raça
Na capital do tempo, tempo é ouro e hora
Quem vive de espera, é juros de mora
Não tem mais-mais nem menos, ou é sim ou não
No máximo se espera pela condução
Nas retas da Rio-São Paulo, chegando, chegando eu vim
Paulista é quem vem e fica plantando, família e chão
Fazendo a terra mais rica, dinheiro e calo na mão
Dinheiro, mola do mundo, que põe a gente na tona
Leva a gente ao fundo
Sim, senhor, sim, senhor, sim, senhor
Faz a paz e a guerra, traz a Lua pra Terra
No mais aumenta a barriga do comendador
Dinheiro, juras e juros, erguendo todos os muros
Pra ele próprio depois, derrubar, derrubar
É a voz que fala mais forte, razão de vida e de morte
Também só compra o que pode comprar
São Paulo, que amanhece trabalhando
Casais entram no elevador
O fino pra curtir um som: ran ran, ren ren, ron ron
A noite é sempre uma criança, é só não deixar crescer
Assim existe esperança, no amanhecer
São coisas da noite, anúncios conhecidos
Que enfeitam a cidade, em movimentos coloridos
Alguém vem do trabalho, do baralho ou do que for
Do La Licorne ao Ceasa, de alguma coisa do amor
Tem sempre mais um, que vem pela calçada
Na bruma que esconde quem sobrou na madrugada
Dei tempo ao tempo, o tempo é que não dá
Tenho que estar pelas sete, no Viaduto do Chá
Olha o Sol, olha o Sol, cadê o Sol? Onde o Sol?
Sumiu, sumiu, sumiu
Quando amanhece, o Sol comparece por obrigação
Nublado, cansado, um Sol de rotina
Se bem ilumina, nem dão atenção
É que o bandeirante não perde o seu tempo
Olhando pro alto, o Sol verdadeiro está no asfalto
Na terra, no homem e na produção
A cor diferente do céu de São Paulo não é da garoa
É véu de fumaça, que passa, que voa
Na guerra paulista das mil chaminés
São Paulo, que amanhece trabalhando
Começou um novo dia, já volta
Quem ia, o tempo é de chegar
Do metrô chego primeiro, se tempo é dinheiro
Melhor, vou faturar
Sempre ligeiro na rua, como quem sabe o que quer
Vai o paulista na sua, para o que der e vier
A cidade não desperta, apenas acerta a sua posição
Porque tudo se repete, são sete
E às sete explode em multidão:
Portas de aço levantam, todos parecem correr
Não correm de, correm para
Para São Paulo crescer
Vão bora, vão bora, olha a hora
Vão bora, vão bora, vão bora, vão bora
Olha a hora, vão bora, vão bora, vão bora
Que o tempo não espera, a vida é derradeira
Quem é vai ser, já era de qualquer maneira
O mundo é do "eu quero"
Quem me der é triste, tristeza basta a guerra
E o adeus no amor
Você onde é que estava quando o tempo andou?
Na terra que não pára, só você parou
Vão bora, vão bora, olha a hora
Vão bora, vão bora, vão bora, vão bora
Olha a hora, vão bora, vão bora, vão bora
O que vale é a versão, pouco interessa o fato
Porque a sensação maior é a do boato
Em coisa de um segundo, noite é madrugada
Notícia ganha o mundo, e a gente não é nada
Você onde é que estava quando o tempo andou?
São Paulo nunca pára, mas você, parou
Vão bora, vão bora, olha a hora
Vão bora, vão bora, vão bora, vão bora
Olha a hora, vão bora, vão bora, vão bora
São Paulo que amanhece trabalhando
Na Praça do Patriarca, rua Direita, São Bento
Na Líbero Badaró, no Viaduto do Chá
Lá está aquele moço, que não dá ponto sem nó
Na conversa bem jogada, vai vendendo geladeira
Pra esquimó curtir verão
Papo firme é isso aí, desse dono da calçada
Rei da comunicação
Olhe aqui, dona Teresa, o produto de beleza
Que chegou da Argentina, examina, examina
De brinde pra seu marido
Nova pomada pra calo que resolve a dor de ouvido
Tem Parker 73, compre uma e ganhe três
Nem paga o justo valor, mais outra ali pro doutor
Leve a lei do inquilinato, mesmo não sendo inquilino
Morar na lei é um barato, e ele prova à sua maneira
Que um ataque de besteira, faz de um doutor um otário
Cursando numa avenida o vestibular da vida
Para ser bom empresário
Ser do São Paulo, do Corinthians e Palmeiras
É ter o fino em futebol durante o ano
Em tênis, remo, natação, nas domingueiras
Bom é Pinheiros, Tietê ou Paulistano
Com Ademir, com Rivelino no gramado
Com rei Pelé e suas jogadas de veludo
Não pe de graça que São Paulo é chamado
Melhor da América Latina em quase tudo
Pró-esporte, pró-esporte é a solução
Pró-esporte, pró-esporte contra a poluição
Lá por setembro o estudante nos ensina
Aquele esporte pelo esporte que não cede
E o meu Mackenzie, dá um show com a medicina
Na grande guerra que se chama MacMed
No corre-corre mundial estamos nessa
Os Fittipaldi estão aí para dizer
Só em São Paulo que é a terra do depressa
A São Silvestre poderia acontecer
Pró-esporte, pró-esporte é a solução
Pró-esporte, pró-esporte contra a poluição
São Paulo jovem, dos que promovem velocidade
Nos seus cavalos, de roda e ferro, na sua forma de liberdade
O peito agarra, a costa de aço
Que deu garupa na Yamaha, no upa-upa
Feito de abraço e muito amor
São Paulo jovem, na mesma cela
Vão ele e ela, por onde seja
Deus os proteja, pelos caminhos da vida em flor
Tem coisas da Ipiranga, da Itapetininga, até da São João
Às vezes também dá
Puxar o show, o chope, o uísque, boa pinga
E o molho das mulheres que transam por lá
Tem loja, tem butique, tem pizzaria
Boate, restaurante, até casa lotérica
É rua que de nada mais precisaria
Com todo aquele charme do Jardim América
América, rua augusta
E agora, já é hora
E ninguém vai embora, embora de lá
Rua augusta, e agora, já é hora
E ninguém vai embora, embora de lá
Bartira e João Ramalho nunca imaginaram
Que a tanga e a miçanga vinham outra vez
Agora nos diriam vendo que acertaram:
Valeu o nosso amor, pelo amor de vocês
E a moça vai passando, e ninguém vê mais nada
Quando ela vai na dela, é pra machucar
É a paulistana boa, despreocupada
De short ou minissaia, pondo pra quebrar, pra quebrar
Rua augusta, e agora, já é hora
E ninguém vai embora, embora de lá
Na sinfonia, que é de todos os barulhos
De Santo Amaro, ao Brás, ao Centro, ao ABC
Por Santo André, Vila Maria até Guarulhos
Grande São Paulo, como eu gosto de você
São Paulo, que amanhece trabalhando
São Paulo que não pode amanhecer
Porque durante a noite, paulista vai pensando
Nas coisas que de dia vai fazer. "
enviada por Rudnei Vieira



23/11/2006 21:52
LIVROS!!!
Já li muitos livros, ainda os leio. É claro que uma diferença crescente existe. Já não se mais 'tanta gente' paradas em pontos de ônibus, em praças, em filas, lendo algum livro. Mas uma amiga, Flávia Andréa Masson, fez um convite para a leitura de um livro, reproduzo aqui o convite e mais alguma coisa. Obrigado Flávia, pela colaboração:
Gostaria que todos pudessem ter o prazer de ler PAPILLON - HENRI CHARRIERE.

O livro de Henri Charriere narra sua fuga da prisão, a qual foi condenado injustamente em Paris e obrigado a cumprir pena na America do Sul. O autor apresenta uma narrativa magnífica, tomada de sentimentos e uma maneira única de descrever os acontecimentos. A história, vivida pelo próprio Henri Charriere (Papillon), é um ótimo exemplo de uma literatura oral. É possível sentir o cheiro, o vento, o mar, todas as paisagens descritas na história.
Quem ler vai se deliciar com essa história.
Bjs
Flávia
Pornopolítica
Neste livro Arnaldo Jabor apresenta uma coletânea de crônicas em que temas públicos misturam-se ao universo de nossas fixações interiores. Política, sexualidade, miséria, arte, memória, medo - ao usar o cotidiano como matéria-prima de seus textos, Jabor associa fato e ficção mostrando paixões e taras que talvez preferíssemos ocultar.
Achei bastante interessante todos esses temas juntos é bem sugestivo e também adoro vê-lo na TV.
Flávia

Pessoal essa foi a paródia que produzi com o texto Se um viajante numa noite de inverno

Se um vestibulando numa noite de verão

Você, vestibulando, vai se preparar para começar a ler a bibliografia obrigatória para o vestibular da Unicamp. Observa ao seu redor e só vê bagunça em seu quarto. Tira as roupas que estão jogadas em cima da cama, atira-as no chão, liga um som ambiente do Sepultura para ter um clima de leitura. Analisa a bibliografia, escolhe um livro ?fino? para a leitura fluir. Ótima escolha: Grande Sertões Veredas (Guimarães Rosa). Acomoda-se na cama, ajeita o travesseiro e...
Seu amigo grita da rua: ?Velho, vem jogar futebol no clube. As minas vão estar na piscina!?
Não ligue para isso. As ?minas? e o futebol podem esperar. Tenha auto-controle, Grande Sertões Veredas o espera. Você pode imaginar sua vida sem Guimarães Rosa??? Pode? Deixe seus hormônios de lado e sonhe com um consultório limpinho, pacientes impacientes, gritando quando chegam (e quando saem), crianças chorando na sala de espera com medo só de ouvir o barulho da broca vindo de sua sala...
Experimente um outro ambiente, se seus amigos não o deixam em paz. A sala de estar parece um bom lugar. Sente-se no sofá ou poltrona, relaxe e...
O telefone toca! A sua mãe grita da cozinha para que você o atenda, pois ela está ocupada com o jantar. Nessa situação, não pode negar, contudo seja o mais breve possível. Afinal, Guimarães Rosa o espera. Mas... para seu desespero, a pessoa do outro lado da linha é sua grande paixão desde a 4ª série primária. Seja corajoso, mantenha em mente seus objetivos de passar em Odonto na Unicamp. Vislumbre seu futuro: diploma na mão, papai e mamãe orgulhosos... Essa conversa no telefone é realmente necessária??? É? Então desligue. Seja mais forte, mesmo que ela esteja cheia de charme, convidando-o para sair, se oferecendo. Desligue. Desligue! Você ainda está aí conversando depois de duas horas?
O importante para sua vida é o vestibular, meu caro amigo, pois seu futuro depende dele. Você é daquelas pessoas que não ligam para Machado de Assis, Bernardo Guimarães, Aluísio de Azevedo, Castro Alves... Vai deixá-los na lista de espera? Caro vestibulando, se você não estudar, você é quem vai ficar na lista de espera.

Flávia

Boa noite! e até amanhã!!!
Rudnei

enviada por Rudnei Vieira



06/10/2006 22:26
teste
enviada por Rudnei Vieira



05/10/2006 22:30
Um sonho!
Tive um sonho hoje!
Sonhei com fotos, fotos de meus pais, fotos minhas na infância, fotos de meu pai e os amigos de trabalho na Sorocabana. Me vi dentro das fotos, participando das imagens! A memória é uma coisa estranha e ao mesmo tempo incompreensível!
enviada por Rudnei Vieira



01/10/2006 22:42
Povo sem memória!
O que acontece com o povo brasileiro?
O TRE fez tantas orientações em rádio, tv, jornais, para que as pessoas pensassem bem antes de votar, que vissem o trabalho passado, principalmente de políticos envolvidos em denúncias. E o que o povo faz? Coloca essas pessoas novamente no poder!!!!
Nomes que nos últimos dois anos estiveram em CPIs, em denúncias, políticos que não tiveram como se explicar...
enviada por Rudnei Vieira






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